Para António Velho da Palma, CEO da Alecrim RE, o imobiliário português está a entrar numa nova fase, marcada pela escassez de oferta, pela procura de maior escala e pelo crescente interesse do capital institucional.
Hugo Santos Ferreira considera que os fundamentos do mercado português não são compatíveis com uma bolha imobiliária. Presidente da APPII considera 2026 “o ano das grandes reformas” na habitação.
CEO da WORX defendeu em Madrid, a construção modular para acelerar a oferta de habitação e reduzir custos de financiamento. Energia, estabilidade fiscal e planeamento integrado serão igualmente decisivos para o futuro do imobiliário.
Pascal Gonçalves, administrador do Grupo Libertas, defende que a redução do IVA para a habitação própria e permanente pode aliviar a taxa de esforço dos compradores e aumentar a procura por habitação nova.
Novo Programa Executivo em Análise de Investimentos Imobiliários da ESAI aposta na análise financeira, avaliação de risco e gestão de activos.
O fundador da OneMark Properties defende uma nova geração de promotores imobiliários, assente na ciência, na qualidade e numa relação mais eficaz entre Estado e sector privado.
O presidente da ANPAC defende a regulamentação da profissão, alerta para o envelhecimento dos edifícios e considera que a manutenção preventiva será determinante para preservar o património habitacional.
25 anos depois, o imobiliário português é outro mas a habitação continua a ser o maior problema, revela Mário Feliciano, Diretor Geral ERA EXPO/Portela e ERA EXPO/Olivais.
Rui Rocha, director de Real Estate da Hipoges, em entrevista ao Diário Imobiliário, revela que “o futuro do imobiliário passa pela integração, tecnologia e capacidade de execução”.
Rui Oliveira, Director da Saint-Gobain, admite que Portugal apresenta consciência sobre a construção sustentável superior à média europeia, mas a distância entre intenção e implementação é significativa.