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Rendas caem pelo terceiro mês consecutivo e recuam 1,9% num ano – diz o Idealista

Setúbal, capital de distrito onde as rendas mais subiram no ano (+11,9%). Foto DI

Rendas caem pelo terceiro mês consecutivo e recuam 1,9% num ano – diz o Idealista

3 de fevereiro de 2026

Os preços das casas para arrendar em Portugal desceram 1,9% em Janeiro face ao mesmo mês de 2025 e acumulam três meses consecutivos de queda, segundo o índice de preços do idealista. No final do mês, o valor mediano das rendas situava-se em 16,1 euros por metro quadrado, abaixo do máximo histórico de 17 euros registado em Outubro do ano passado. Em termos trimestrais, a descida é de 5,3%.

Apesar da tendência nacional de abrandamento, a evolução foi desigual entre cidades. Em 11 das 14 capitais de distrito e regiões autónomas analisadas registaram-se subidas anuais, com Setúbal (+11,9%), Leiria (+11,3%) e Viana do Castelo (+11,1%) a liderarem os aumentos. Em sentido contrário, destacam-se as quedas no Porto (-6,3%) e em Castelo Branco (-2,1%), enquanto em Lisboa os preços se mantiveram praticamente estáveis (-0,5%).


Distritos e regiões

Lisboa continua a ser a cidade mais cara para arrendar, com um valor mediano de 21,8 euros por metro quadrado, seguida do Porto (16,7 euros/m²) e do Funchal (16 euros/m²). Viseu (7,8 euros/m²) e Castelo Branco (6,7 euros/m²) permanecem entre as capitais distritaismais acessíveis.



Ao nível dos distritos e ilhas, as rendas subiram em 13 dos 20 territórios analisados no último ano. Bragança registou o maior aumento (+19,5%), enquanto a Guarda apresentou a maior descida (-14,3%). Lisboa mantém-se como o distrito mais caro para arrendar, com um preço mediano de 20 euros por metro quadrado, seguida da Madeira (15,8 euros/m²) e do Porto (15 euros/m²).

Por regiões, o Centro liderou as subidas anuais (+6,4%), seguido dos Açores (+3,2%) e do Alentejo (+3,1%). Em contraste, os preços recuaram no Norte (-5,3%) e no Algarve (-3,3%), enquanto a Área Metropolitana de Lisboa se manteve estável (-0,3%). Ainda assim, a AML continua a ser a região mais cara do país para arrendar, com um valor mediano de 19,4 euros por metro quadrado.

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