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Coimbra conclui reabilitação de 33 casas e intervém em mais 21

Imagem CMC

Coimbra conclui reabilitação de 33 casas e intervém em mais 21

25 de setembro de 2026

Mais de três dezenas de habitações municipais do Bairro da Fonte do Castanheiro encontram-se reabilitadas, enquanto outras duas dezenas se estão em execução, num investimento global que se aproxima dos nove milhões de euros, revelou hoje a Câmara de Coimbra.

“Na Fonte do Castanheiro concluímos uma primeira empreitada que permitiu reabilitar 33 habitações municipais, que representaram um investimento de cerca de seis milhões de euros. Temos agora em curso uma segunda fase de intervenção, que levará à reabilitação de mais 21 habitações, num investimento adicional de três milhões de euros”, destacou a presidente da Câmara de Coimbra, Ana Abrunhosa.

A primeira empreitada permitiu reconstruir 33 moradias municipais, todas de tipologia T2, enquanto a segunda empreitada abrange 21 habitações municipais: 18 de tipologia T3, duas T4 e uma T2.

Na sua intervenção na cerimónia de conclusão da reabilitação de 33 habitações no Bairro da Fonte do Castanheiro, realizada no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR)/1.º Direito, que serviu ainda para assinalar a entrega simbólica de sete habitações a novos moradores, a autarca indicou que o trabalho que o Município de Coimbra está a desenvolver “vai muito para além deste bairro”.



“Na Quinta das Bicas encontram-se já em fase de ocupação as duas primeiras fases de um empreendimento que permitirá dar resposta a 128 famílias, inserido num projeto que disponibilizará, no total, 268 habitações municipais”, referiu.

Também em Vale de Figueiras, o Município de Coimbra concluiu recentemente a reabilitação de habitações destinadas ao Programa Municipal de Arrendamento Acessível e “tem em curso a construção de novos fogos apoiados pelo PRR, reforçando a oferta de habitação pública e acessível na cidade”.

A cerimónia contou também com a presença da secretária de Estado da Habitação, Patrícia Gonçalves Costa, que evidenciou que o aumento da oferta pública é essencial para responder à atual crise habitacional.

“Hoje em dia quem precisa de casa pública não é só uma população mais carenciada. É uma classe média que não ganha assim tão mal para poder ir para as rendas mais baixas, mas também não consegue ganhar o suficientemente bem para conseguir aceder à casa do mercado privado”, acrescentou.

A autarca disse ainda que compete ao Estado – central e local - trabalhar em conjunto para conseguir respostas dignas e "com todos os serviços que é preciso".

Lusa/DI