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Mão de obra continua a pressionar os custos
O custo da mão de obra contribuiu com 3,9 pontos percentuais para a variação homóloga do Índice de Custos de Construção de Habitação Nova (ICCHN), acima dos 3,7 p.p. do mês anterior. Já os materiais tiveram um contributo de 0,6 p.p., ligeiramente inferior ao de Outubro.
Entre os materiais com maior impacto positivo destacam-se os vidros e espelhos, com uma subida próxima dos 25%, e os móveis de cozinha, artigos sanitários e elevadores, com aumentos em torno dos 5%. Em sentido contrário, registaram-se descidas significativas nos betumes e na chapa de aço macio e galvanizada (cerca de -10%), bem como nos materiais de revestimento, isolamento, impermeabilização e produtos cerâmicos (cerca de -5%).
Variação mensal acelera
Em termos mensais, o ICCHN aumentou 0,4% em Novembro, mais 0,2 p.p. do que em Outubro. Neste período, o custo da mão de obra subiu 1,1%, enquanto o preço dos materiais desceu 0,2%.
A mão de obra contribuiu com 0,5 p.p. para a variação mensal do índice, ao passo que os materiais tiveram um contributo negativo de -0,3 p.p., confirmando que a pressão sobre os custos de construção continua a ser determinada sobretudo pelo factor trabalho.












