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DWELLING Portugal fecha primeiro ano com 210 transações e mais de 50 milhões de euros

A equipa dirigente da nova mediadora

DWELLING Portugal fecha primeiro ano com 210 transações e mais de 50 milhões de euros

9 de setembro de 2026

A DWELLING Portugal, mediadora imobiliária de capital 100% português, completou um ano de atividade com 210 transações concluídas e mais de 50 milhões de euros transacionados. A empresa opera em Lisboa, Cascais, Porto e Algarve.


Um primeiro ano acima da média do setor

Os números correspondem a uma média de cerca de quatro transações concluídas por semana ao longo dos doze meses, com um valor médio por negócio de venda superior a 368 mil euros. Segundo a empresa, este desempenho é particularmente relevante por ter sido alcançado num período em que o mercado português registou uma desaceleração no volume de transações, com famílias mais exigentes e decisões de compra mais ponderadas.

Segundo a DWELLING Portugal, o país deixou de ser um mercado emergente para se afirmar como destino consolidado de vida, sustentado por fatores estruturais como qualidade de vida, segurança, clima e integração europeia. Os preços mantêm-se elevados, mas com menor volatilidade e maior diferenciação entre ativos. A escassez de oferta é apontada pela empresa como um dos principais motores do mercado, num contexto em que o esforço médio das famílias para adquirir habitação se aproxima de metade do rendimento líquido disponível — um nível historicamente elevado. Segundo a mediadora, este cenário tornou o mercado mais segmentado, transformando-o, na sua leitura, de "um mercado de oportunidade" num "mercado de seleção".



O modelo de negócio

A empresa apresenta-se não como uma mediadora tradicional, mas como uma plataforma integrada de dados, marketing e performance comercial, apoiada pelo ecossistema da fintech Doutor Finanças, que acompanha o cliente desde a decisão inicial até ao crédito e à escritura. O processo comercial estrutura-se em seis etapas, do enquadramento do imóvel ao fecho do negócio.

Carla Carrasqueira, Broker da DWELLING Portugal em Lisboa, afirma: "Não abrimos uma mediadora, construímos uma plataforma. O primeiro ano provou que o mercado português valoriza critério, dados e transparência acima do volume. Fechámos 210 negócios porque cada um deles foi preparado antes de chegar ao mercado."


Operação e métricas

Ao fim de um ano, a operação cobre Lisboa, Porto e Algarve, com uma equipa multidisciplinar e multilingue orientada para clientes nacionais e internacionais. No segmento de empreendimentos, a empresa estrutura cada projeto antes da comercialização, com procura qualificada por dados de capacidade de compra e pricing alinhado com a dinâmica de mercado. Três métricas orientam o trabalho: velocidade de venda, taxa de conversão e segurança no fecho do negócio.

Karen Gaidão, Broker da DWELLING Portugal em Cascais, sublinha: "Num mercado de seleção, a mediação deixa de intermediar e passa a ajudar a decidir. Foi esse serviço que construímos e é essa a razão pela qual crescemos num ano em que o setor abrandou."


Estrutura acionista

O capital da DWELLING Portugal reúne, entre os acionistas, Carla Carrasqueira e Karen Gaidão, bem como os antigos atletas profissionais Hugo Leal, internacional português formado no Benfica; Filipe Gaidão, campeão europeu de hóquei em patins e eleito melhor jogador do Mundial de 2001; e Nuno Carrasqueira, médio ofensivo com passagem pelo Belenenses. Integra ainda o grupo de acionistas a Doutor Finanças, fintech portuguesa cujo ecossistema sustenta a componente de financiamento da operação.

A gestão executiva está a cargo de André Leal, managing partner, alumnus da Universidade de Harvard e gestor com quase 20 anos de experiência na direção de empresas multinacionais. A equipa comercial apresenta uma senioridade média de 7,8 anos de experiência no setor, um valor que a empresa aponta como fator determinante para a taxa de concretização dos negócios.