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Cabaz alimentar atinge máximo de quatro anos
O preço do cabaz alimentar monitorizado pela DECO PROteste voltou a subir e atingiu esta semana o valor mais elevado desde 2022. O conjunto de 63 produtos essenciais custa agora 253,43 euros, mais 11,61 euros do que na primeira semana de 2026 e mais 34 cêntimos (0,13%) face à semana anterior.
De acordo com a análise divulgada esta quinta-feira, o cabaz acumula um aumento de 35,02% em quatro anos. Em comparação com o mesmo período de 2025, os consumidores pagam actualmente mais 12,04 euros (mais 4,99%) pelo mesmo conjunto de bens. Há quatro anos, os mesmos produtos custavam menos 65,73 euros.
Desde o início do ano, os produtos que mais encareceram foram a curgete (mais 96%), o peixe-espada preto (mais 23%) e a dourada (mais 21%). Só na última semana, a curgete subiu 29%, para 3,69 euros, o café torrado moído aumentou 19%, para 5,28 euros, e a massa espirais encareceu 16%, para 1,35 euros.
Em termos homólogos, as maiores subidas registaram-se também na curgete (mais 70%), no café torrado moído (mais 51%) e no robalo (mais 33%).
Desde o início da monitorização, a 5 de Janeiro de 2022, os maiores aumentos acumulados verificaram-se na carne de novilho para cozer (mais 119%), nos ovos (mais 86%) e no café torrado moído (mais 76%).
O cabaz analisado inclui produtos de carne, peixe, lacticínios, mercearia, frutas e legumes, entre os quais frango, pescada, arroz, leite, queijo, batata, banana e açúcar, refletindo a evolução do custo dos bens alimentares essenciais em Portugal.













