
ACA prepara 300 casas por ano com marca Pousio
A ACA Real Estate está a atravessar o maior ciclo de execução da sua actividade, com quatro obras em simultâneo até ao Verão, um investimento superior a 200 milhões de euros e mais de 350 habitações em desenvolvimento através da marca residencial Pousio.
O modelo, dirigido à classe média, aposta na produção de habitação a preços competitivos, num contexto de escassez de oferta. A estratégia passa por acelerar o ritmo de construção e comercialização, com a meta de colocar no mercado cerca de 300 fogos por ano em diferentes cidades.
Porto: três fases consecutivas de desenvolvimento
No Porto, o Pousio está a avançar em três blocos consecutivos. O primeiro encontra-se totalmente vendido, enquanto o segundo, já em conSetembro, altura prevista para o lançamento do terceiro bloco. Este será o terceiro ciclo de desenvolvimento da marca na cidade em menos de dois anos.
Guimarães: vendas totais antes do início da obra
Em Guimarães, o primeiro projecto da marca — o edifício Horizonte — esgotou as 69 unidades ainda na fase de lançamento, antes do início da construção, que está previsto para Maio. Em paralelo, será lançado um segundo edifício com cerca de 100 habitações, dando continuidade à expansão da marca fora do Porto.
Expansão para novas cidades
A empresa tem em análise a entrada em mercados como Aveiro, Vila Nova de Gaia e Lisboa, com um modelo assente na construção de cinco edifícios por ano, com pelo menos 60 unidades cada.
Segundo a promotora, a capacidade de execução resulta da integração das funções de promoção, projecto e construção numa única estrutura, o que permite reduzir prazos e custos face ao modelo tradicional do sector. O financiamento dos projectos é assegurado por capital próprio do grupo, complementado por investimento de family offices.
Modelo focado na classe média
A marca Pousio posiciona-se para compradores de primeira habitação, jovens famílias e pequenos investidores, oferecendo empreendimentos com espaços comuns, áreas de lazer, ginásio e zonas de trabalho partilhadas. No Porto, os projectos assumem a forma de condomínios fechados, enquanto em Guimarães a aposta recai em soluções adaptadas ao contexto urbano, como áreas comuns em rooftop.
A promotora considera que a procura por este tipo de produto se mantém elevada, num mercado onde a oferta de habitação acessível continua aquém das necessidades.




















