
WorkCafé Santander Oeiras
Santander abre décimo WorkCafé em Portugal, em Oeiras
O Santander abriu o seu décimo WorkCafé em Portugal, na Quinta das Palmeiras, em Oeiras. O novo espaço combina serviços bancários, áreas de coworking e cafetaria, estando também prevista a realização de eventos abertos à comunidade.
Concebido para responder às novas formas de trabalhar e colaborar, o espaço dispõe de salas de reunião, zona lounge e acesso gratuito à internet por Wi-Fi. Integra ainda equipamentos que permitem realizar operações de caixa de forma autónoma e em horários mais alargados. O WorkCafé está aberto tanto a clientes como a não clientes do banco.
Segundo Joaquim Filipe, administrador executivo do Santander Portugal, o conceito pretende aproximar o banco da comunidade e proporcionar uma experiência diferente da agência tradicional.
"O WorkCafé transforma a forma como recebemos e nos relacionamos com quem nos procura. É um espaço mais aberto e próximo, sem as barreiras de uma agência tradicional", afirma o responsável. A tecnologia, acrescenta, permite simplificar as operações correntes e libertar as equipas para um acompanhamento mais próximo dos clientes.
A escolha de Oeiras está relacionada com o dinamismo económico do concelho e a sua aposta nas áreas da ciência, tecnologia e inovação. O território acolhe importantes polos de investigação e parques empresariais, como o Taguspark e o Lagoas Park.
Santander quer chegar aos 30 espaços em 2027
A expansão dos WorkCafés integra a estratégia de transformação da rede comercial do Santander. Com a abertura da unidade de Oeiras, o banco passa a contar com dez espaços em Portugal, distribuídos por Aveiro, Coimbra, Espinho, Leiria, Lisboa e Porto.
Até ao final de 2026, a instituição prevê abrir novas unidades em Cascais, Estoril, Barcelos e Albufeira. Para 2027, o objetivo passa por alcançar os 30 WorkCafés em território nacional.
Criado no Chile, em 2016, o conceito está atualmente presente em vários mercados do Grupo Santander, que conta com mais de 260 espaços deste tipo em todo o mundo. O modelo combina serviços financeiros com áreas de trabalho e convívio, procurando adaptar a presença física do banco às necessidades de clientes, profissionais e comunidades locais.

















