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Funchal, Madeira

Re/max cresceu nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira

18 de março de 2025

Segundo a RE/MAX, 2024 revelou ser um ano de muito dinamismo no mercado imobiliário nacional, não apenas no continente, mas também nas regiões autónomas da Madeira e dos Açores. No ano passado, a rede imobiliária afirma ter realizado nas Ilhas um total de 2004 transacções, 1335 concretizadas nos Açores e 669 na Madeira, um aumento de cerca de 22,1% face ao período homólogo.

O volume de preços negociado (*soma dos preços de venda e a soma dos preços de arrendamento) foi superior a 197 milhões de euros (M€), 112 milhões de euros nos Açores e 85 milhões de euros na Madeira, o que corresponde a um incremento médio na ordem dos 26,5%. Entre os clientes estrangeiros, são os norte-americanos quem mais investe nas duas regiões, depois dos portugueses, que, à semelhança do que acontece no continente, são os principais investidores nas Ilhas.


Norte-americanos preponderantes entre os estrangeiros...

Nos dados Re/max é possível verificar que em 2024 os clientes portugueses mantiveram a preponderância nas Ilhas, aliás, com um reforço face ao ano de 2023. Em 2023, os clientes portugueses representaram 76% das transacções e, em 2024, 80,3%, em linha aliás com os valores registados no continente - refere a rede de mediação. Nos Açores - adianta - “chegaram aos 87% (83% em 2023) e que na Madeira, região mais procurada por clientes estrangeiros, o peso chegou próximo dos 67%, face aos 63% registados no ano anterior.

A Re/max, adianta no seu comunicado, que nos Açores registou transacções com 24 nacionalidades diferentes e na Madeira com 38 nacionalidades.

Entre os investidores estrangeiros, nos Açores foram os norte-americanos aqueles que mais negociaram em imobiliário com a rede Re/max ao longo de 2024, com as transacções a representarem 4,3%, a que se seguiram os canadianos (2,1%), alemães (1%), espanhóis (0,8%) e franceses (0,7% cada). Por sua vez, na Madeira, lideram os norte-americanos (4,6%), seguidos dos alemães (4%), franceses (2,5%), russos (2,1%) e holandeses (1,9% cada).


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