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Av. da República 3, Lisboa

Av. da República 3, Lisboa

BPI Gestão de Ativos vende loja na Avenida da República a investidor privado

25 de maio de 2026

A BPI Gestão de Activos concluiu a venda de um activo de retalho localizado na Avenida da República, em Lisboa, a um investidor privado, numa operação assessorada pela consultora imobiliária JLL. Os valores da transacção não foram divulgados.

O imóvel, situado no número 3 da Avenida da República, integra um edifício residencial e corresponde a uma loja de rua com cerca de 768 metros quadrados, distribuídos por três pisos. O espaço encontra-se totalmente arrendado a uma entidade financeira de referência no mercado português, através de um contrato de longo prazo.

Segundo a JLL, o activo destaca-se pela combinação entre localização prime, dimensão relevante e a presença de um inquilino sólido, características que continuam a atrair investidores para o segmento de retalho em Lisboa.

A Avenida da República mantém-se como uma das zonas mais consolidadas da capital, concentrando escritórios, comércio e serviços, além de beneficiar de elevada acessibilidade através da rede de metro e autocarros.


Av. da República 3, Lisboa

O imóvel foi recentemente renovado, reforçando a sua atractividade num mercado onde os investidores continuam a privilegiar ativos capazes de assegurar rendimento estável e potencial de valorização a longo prazo.

Augusto Lobo, director de Capital Markets da JLL Portugal, sublinha que “o mercado português continua a demonstrar um forte interesse por ativos de retalho bem localizados e arrendados a inquilinos sólidos”, acrescentando que existe “um claro apetite por parte do capital com retorno de investimento a longo prazo”.

Já Jorge Sousa Teixeira, CEO da BPI Gestão de Activos, refere que a operação resulta de “uma gestão dinâmica, orientada para a optimização contínua dos activos sob gestão”, destacando o processo de reposicionamento do imóvel e a identificação de um inquilino capaz de potenciar o valor comercial do espaço.

A operação reforça a tendência de procura por activos de retalho prime em zonas urbanas centrais, num contexto em que investidores privados continuam a privilegiar imóveis com contratos de arrendamento estáveis e localizações estratégicas.