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Construção e Obras Públicas foi um dos sectores com menos insolvências no 1º semestre

 

Construção e Obras Públicas foi um dos sectores com menos insolvências no 1º semestre

6 de agosto de 2020

As insolvências em Julho aumentaram 32,3% face ao mesmo período do ano passado, mais 111 insolvências para um total de 455. Apenas os sectores da Indústria Extrativa e Construção e Obras Públicas registaram diminuição nas insolvências.

De acordo com a Iberinform / Crédito y Caución, as insolvências em Julho apresentaram um total de 455. No acumulado do ano, a subida é de 8,4%, com 3.145 insolvências, mais 243 que nos primeiros sete meses de 2019, mas valores inferiores aos acumulados de 2018 e 2017. 

Os distritos de Lisboa e do Porto são os que apresentam mais insolvências, 651 e 795 respectivamente. Face a 2019, verifica-se um aumento de 9,2% em Lisboa e de 8,2% no Porto.

Apenas dois sectores registam diminuição nas insolvências: Indústria Extractiva (-25,0%) e Construção e Obras Públicas (-6,1%). Todos os restantes apresentam subidas com destaque para as actividades de Telecomunicações (+66,7%), Hotelaria e Restauração (+25,7%), Eletricidade, Gás, Água (+16,7%), Outros Serviços (+16%), Comércio Grossista (+14,7%) e Comércio de Veículos (+13,1%). 

Quanto à criação de novas empresas em Julho sofreu uma redução de 25,9% face ao período homólogo do ano passado. O mês fechou com 2.931 constituições, menos 1.026 que em Julho de 2019.  O acumulado do ano apresenta um diferencial ainda mais significativo com menos 10.317 novas empresas que em 2019 (decréscimo de 32,7%).  

O número mais significativo de novas constituições verifica-se em Lisboa, com 6.704 novas empresas, mas uma redução de 35,3% face ao ano passado. O distrito do Porto apresenta um total de 3.861 novas empresas, valor que traduz, contudo, uma redução de 32,4% face ao período homólogo de 2019. 

De igual forma, todos os sectores têm números negativos com as descidas mais significativas a verificarem-se nos Transportes (-43,2%), Indústria Extrativa (-41,7%), Hotelaria e Restauração (-38,1%), Eletricidade, Gás, Água (-38%), Outros Serviços (-33,2%), Construções e Obras Públicas (-32,5%), Comércio de Veículos (-30,5%), Telecomunicações (-28,8%), Indústria Extrativa (-28,2%), Comércio por Grosso (-27,4%), Comércio a Retalho (-24,3%) e Agricultura, Caça e Pesca ( 22,5%).