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Maria João Correia, arquitecta e fundadora do Segmento Urbano

Maria João Correia, arquitecta e fundadora do Segmento Urbano

ATLAS é a nova aplicação que revoluciona a forma de interpretar o território

20 de abril de 2026

O Segmento Urbano lança o ATLAS, uma nova plataforma de inteligência territorial que promete transformar a forma como são tomadas decisões sobre terrenos no sector imobiliário e da construção.

A apresentação oficial da ferramenta decorrerá no Salão Imobiliário de Portugal- SIL, entre 23 e 25 de Abril, onde a empresa irá apresentar ao mercado uma nova abordagem à leitura territorial, mais rápida, acessível e orientada à decisão.

De acordo com o  Segmento Urbano, o ATLAS permite compreender rapidamente o potencial de um activo territorial, identificar as condicionantes e o enquadramento urbanístico, explorar cenários de desenvolvimento e reduzir o risco associado à tomada de decisão. Através de uma interface simples, o utilizador pode desenhar directamente um terreno no mapa e aceder a uma leitura integrada que reúne, num único ponto, informação relevante que tradicionalmente exigiria múltiplas fontes e análise técnica especializada. Após submissão desta informação, o ATLAS fornecerá um relatório imediato e automático sobre o terreno em análise. Actualmente, esta funcionalidade encontra-se disponível nos municípios de Lisboa, Porto, Sintra, Cascais, Setúbal, Lagos, Beja, Alcácer do Sal, Matosinhos e Aljezur. Para o restante do país, o relatório (será enviado) num prazo de 48 a 72 horas.

Do ponto de vista tecnológico, o ATLAS resulta de uma arquitectura avançada desenvolvida em parceria com a Closer, combinando inteligência artificial, processamento de dados geoespaciais e múltiplas fontes de informação territorial. A plataforma agrega dados georreferenciados, legislação urbanística e planos territoriais, como PDM, REN ou RAN, aplicando modelos de interpretação automatizada que permitem organizar e transformar grandes volumes de informação técnica e normativa numa base clara e utilizável para a decisão. Este processo reduz significativamente o tempo necessário para avaliações preliminares, mantendo o rigor exigido pelo sector.

A forma como hoje se decide sobre território continua, em muitos casos, desajustada à complexidade e ao valor em causa. Projectos de milhões dependem ainda de informação dispersa, processos morosos e interpretações pouco uniformes. O ATLAS surge precisamente para desafiar esse modelo e introduzir uma nova forma de ler o território: mais integrada, rápida e alinhada com a exigência atual do setor. Mais do que uma ferramenta digital, representa uma mudança de paradigma na forma como se estrutura a decisão territorial”, comenta Maria João Correia, arquitecta e fundadora do Segmento Urbano.

Durante o SIL, os visitantes poderão testar gratuitamente a ferramenta e solicitar relatórios completos.

A presença no SIL será marcada por um stand experiencial, com demonstrações contínuas e momentos de interação direta com a ferramenta, bem como por talks dedicadas à transformação da decisão territorial. "O objectivo é demonstrar, na prática, como a leitura do território pode ser simplificada e integrada num processo mais ágil e informado", refere a empresa.

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