
Villas do Tejo, Alcochete
Mercado premium chega a Alcochete com condomínio de seis milhões de euros
A procura por habitação de gama alta na Margem Sul continua a atrair novos investimentos. O mais recente é o Villas do Tejo, um condomínio privado de sete moradias em Alcochete, que representa um investimento de cerca de seis milhões de euros e cuja comercialização acaba de arrancar.
O empreendimento, promovido pela JJF Sul e comercializado em exclusivo pela ERA Guimarães Norte, deverá estar concluído no primeiro semestre de 2027. As habitações serão colocadas no mercado por valores entre 1,25 e 1,35 milhões de euros.
Localizado na Rua da Bracieira, a cerca de 20 minutos de Lisboa, o projecto surge numa altura em que a procura por zonas residenciais fora da capital continua a crescer, impulsionada pela escassez de oferta nova em Lisboa e pela procura de imóveis com maior dimensão, espaços exteriores e melhores condições de habitabilidade.
O condomínio contará com apenas sete moradias T4, todas dotadas de jardim privativo, piscina, deck coberto e churrasqueira, numa aposta direccionada para um segmento de compradores que privilegia privacidade e qualidade de vida sem abdicar da proximidade à capital.
As habitações incluem ainda áreas sociais em open space, suítes de grandes dimensões, terraços panorâmicos e cozinhas equipadas com electrodomésticos Miele. Em matéria de eficiência energética, estarão equipadas com painéis solares, sistemas de climatização e pré-instalação para carregamento de veículos eléctricos.
Segundo José Luís Silva, gerente da ERA Guimarães Norte, o projecto responde a uma alteração do perfil da procura residencial.
"Temos assistido a uma procura crescente por habitações que conciliem proximidade a Lisboa com espaço exterior, privacidade e elevados padrões de construção. O Villas do Tejo nasce precisamente para responder a essa tendência, através de um condomínio de pequena dimensão, com uma oferta muito exclusiva e características alinhadas com aquilo que os compradores deste segmento mais valorizam atualmente."
O responsável considera que a combinação entre localização, reduzido número de unidades e qualidade construtiva diferencia o empreendimento num mercado onde a oferta de habitação nova de gama alta continua limitada, sobretudo nos concelhos da Área Metropolitana de Lisboa que beneficiam de boas acessibilidades à capital.




















