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‘Family offices’ em Portugal podem duplicar até 2030, impulsionando investimento imobiliário
O número de estruturas de family office em Portugal poderá duplicar até 2030, passando das actuais cerca de 250 para 500, segundo o mais recente barómetro da Havos Real Estate.
A evolução reflecte o crescimento do capital privado e a crescente profissionalização dos investidores, num movimento que está a transformar o mercado imobiliário nacional.
A nível global, o número de family offices deverá atingir cerca de 10.000 até ao final da década. Na Europa, os activos sob gestão destas estruturas poderão aumentar de cerca de 0,8 biliões de euros em 2024 para 1,4 biliões em 2030, enquanto a nível mundial poderão alcançar 4,7 biliões de euros.
Segundo a Havos, esta tendência deverá reforçar o peso de investidores privados no sector imobiliário português, aproximando o país das dinâmicas de mercados mais maduros.
O crescimento destas estruturas deverá traduzir-se numa maior exigência na selecção de activos, na profissionalização dos processos e numa abordagem de investimento mais orientada para o longo prazo, num contexto de crescente sofisticação do mercado.














