Logo Diário Imobiliário
CONSTRUÍMOS
NOTÍCIA
Brain PowerHaierJPS Group 2024Porta da Frente
Actualidade
Aberto concurso para reabilitação do Convento do Carmo em Moura

 

Aberto concurso para reabilitação do Convento do Carmo em Moura

 

Aberto concurso para reabilitação do Convento do Carmo em Moura

 

Aberto concurso para reabilitação do Convento do Carmo em Moura

 

Aberto concurso para reabilitação do Convento do Carmo em Moura

 

Aberto concurso para reabilitação do Convento do Carmo em Moura

 

Aberto concurso para reabilitação do Convento do Carmo em Moura

19 de dezembro de 2018

O concurso para exploração turística e hoteleira, por um período de 50 anos, do Convento de Nossa Senhora do Carmo, em Moura, foi publicado em Diário da República na passada 6.ª feira. Trata-se de um dos 33 imóveis inscritos no REVIVE, programa conjunto dos ministérios da Economia, Cultura e Finanças com a colaboração das autarquias locais com o qual se pretende “valorizar e recuperar o património sem uso, reforçando a atractividade da região” onde eles se inserem.

As proposta dos potenciais interessados no investimento e exploração hoteleira do imóvel histórico terão que ser entregues até ao 16 de Abril de 2019.

O convento, situado a noroeste do Castelo de Moura, cidade raiana no distrito de Beja, foi o primeiro da Ordem Carmelita a ser fundado em Portugal.

A fundação do Convento de Moura terá ocorrido cerca de 1251, ou até 1254, segundo os textos setecentistas que se referem à sua história.

“O Convento situa-se do lado esquerdo da Igreja. É composto de três pisos, mas o corpo que corresponde à entrada, com Portaria, tem dois pisos visíveis do exterior. A entrada principal apresenta um arcada maneirista de inspiração serliana, tendo no andar inferior, que dá acesso à Portaria, um alpendre com pilares toscanos; no piso superior forma-se uma varanda, sendo os pilares substituídos por colunas, enquadrando três janelas. Esta fachada é coroada por volutas e sobre a janela central está uma escultura com uma figura em oração” - a descrição e da historiadora de Arte Margarida Elias e pode ser consultada nos documentos anexos ao concurso no sítio do REVIVE.

A igreja e o claustro do convento encontram-se classificados como Imóvel de Interesse Público desde 1944.