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Equipa da UZU

Equipa da UZU

UZU apresentou no SIL uma solução que permite vender a casa e continuar a viver nela

27 de abril de 2026

Entre os expositores do Salão Imobiliário de Portugal - SIL, um stand chamou a atenção por um tema que parece novo, mas já está previsto há décadas no ordenamento jurídico do país: o usufruto. Durante os três dias de feira na FIL em Lisboa, a UZU reuniu no seu stand visitantes que chegaram muitas vezes por curiosidade e ficavam pela explicação do modelo. A proposta da empresa é estruturar o mercado do usufruto permitindo que proprietários, maioritariamente com mais de 60 anos, convertam o valor do seu imóvel em liquidez imediata sem perder o direito de habitar a própria casa.

"O SIL confirmou aquilo que já vínhamos a perceber nas nossas campanhas: o mercado tem uma necessidade real por soluções de liquidez patrimonial. Com método, avaliação rigorosa e acompanhamento em todo o processo a UZU está a tornar o usufruto acessível, compreensível e seguro”, afirmou Miguel Regel, CBO da UZU, durante a feira.


UZU

Um dos resultados mais concretos do SIL 2026 foi a formalização de acordos de parceria com várias agências imobiliárias, um passo considerado estratégico para escalar o modelo e ampliar o seu alcance junto de quem mais precisa desta solução.

"A UZU não quer substituir as agências imobiliárias. Pelo contrário, o que queremos é dar-lhes uma ferramenta que ainda não tinham para responder a proprietários que não querem, ou não podem, vender a casa nos moldes tradicionais. Não somos concorrentes, somos uma infraestrutura para ajudar o mercado a operar usufruto com método, pricing, processo e confiança. E continuamos abertos a estabelecer novas parcerias”, sublinhou Regel.


UZU

Para a empresa, a construção desta rede de parceiros é um elemento central da estratégia de crescimento. O modelo de usufruto estruturado tem um impacto social mensurável, permite que pessoas permaneçam nas suas casas, mantenham a sua autonomia e resolvam problemas financeiros sem recorrer a soluções que implicam perda definitiva do património. Escalar esse impacto depende, em larga medida, de chegar a mais famílias. E chegar a mais famílias depende de quem já está no terreno.

O contexto de mercado reforça a pertinência do modelo. Em 2025, os preços da habitação em Portugal cresceram 17,6%, de acordo com dados do INE, num ciclo de sete trimestres consecutivos de valorização. Num país onde o património imobiliário é a principal reserva de valor das famílias, desbloquear esse valor sem exigir a venda torna-se cada vez mais relevante e não apenas para proprietários idosos. Casais em processo de divórcio, herdeiros com necessidade de liquidez e proprietários de segunda habitação são também perfis crescentes na carteira da empresa.