A ZERO considera que o Plano Nacional de Renovação de Edifícios é um passo positivo, mas alerta para lacunas que podem comprometer as metas climáticas e sociais.
No competitivo mercado imobiliário de Portugal, os edifícios estão cada vez mais a ser valorizados não apenas pela localização ou design, mas também pela sua eficiência energética.
Os resultados do Barómetro que estuda o estado das casas europeias desde 2015, não é animador. Há muito a fazer na renovação, para que tenhamos edifícios “mais saudáveis, sustentáveis e resilientes”.
Foi publicada, esta quarta-feira, no Jornal Oficial da União Europeia a Directiva do Parlamento Europeu e do Conselho, de 24 de Abril de 2024 relativa ao desempenho energético dos edifícios com o objetivo de se conseguir um parque imobiliário com emissões nulas até 2050.
O 5.º Relatório de Progresso do Grupo de Coordenação da Estratégia de Longo Prazo para a Renovação dos Edifícios de Portugal destaca a urgência de aumentar os investimentos na reabilitação energética de edifícios.
Dos 16 países estudados por um inquérito europeu, Portugal é o que apresenta mais entusiastas pela transição energética - cerca de 50% da população. É também o país com menos indiferentes, aqueles sem qualquer tipo de preocupação com as questões do clima.
O prazo para apresentação de candidaturas ao novo programa de apoio à eficiência energética dos edifícios residenciais, para financiar a 85% a substituição de janelas e instalação de painéis fotovoltaicos, abriram hoje
A meta definida pelo Município é de reduzir 30% do consumo de energia na indústria face aos actuais 49%, distribuídos pelas mais de 30 zonas industriais existentes.
A espanhola Azora, que possui 4 hotéis em Portugal, anuncia um investimento de 2,5 milhões de euros na descarbonização de 7 dos seus activos. É apenas o começo - refere em comunicado.
A associação ambientalista Zero vai entregar hoje ao Governo testemunhos sobre pobreza energética das casas em Portugal.