O mercado imobiliário português continua com comportamentos distintos entre regiões e segmentos, com o arrendamento a manter altos níveis de pressão e a compra a dar sinais de maior estabilização.
Entre Fevereiro e Abril deste ano, desapareceram do mercado mais de 17 mil apartamentos e moradias face ao mesmo período de 2025, traduzindo uma quebra de 8,6%, revela o Imovirtual.
O mercado imobiliário português está a atravessar uma transformação estrutural na composição da sua oferta, marcada pela redução significativa das habitações mais acessíveis e pelo crescimento contínuo do segmento premium, revela o Imovirtual.
Os concelhos da Margem Sul do Tejo estão a afirmar-se como os principais motores da valorização imobiliária na Área Metropolitana de Lisboa, com aumentos homólogos superiores a 30%.
De 67 mil a euros a 1,35 milhões de euros, o mais recente Barómetro de Concelhos do Imovirtual mostra que, em Abril a disparidade entre concelhos no mercado imobiliário está a aumentar.
Arrendar casa em Portugal já custa, em média, 1.335 euros por mês, enquanto o preço médio de compra se fixa nos 435.000 euros, revela os últimos dados do Imovirtual.
No 1º trimestre de 2026, as transacções caem 9,4% mas preços da habitação continuam a subir, com aumento de 4,6%, revela o Confidencial Imobiliário.
Uma análise do Imovirtual identifica 111 concelhos com crescimento consistente dos preços, mas ainda abaixo da média nacional de 440 mil euros.
Lisboa, Porto e Faro concentram maioria das poucas casas de luxo à venda em condomínios fechados em Portugal, revela o último estudo do idealista.
Os preços das casas quase triplicaram entre 2015 e 2025 em Portugal ao aumentarem 180% nestes 10 anos, segundo dados divulgados pelo Eurostat, que indicam que esta foi a segunda maior subida na União Europeia (UE).