Mesmo que a temperatura média deste inverno não seja particularmente fria, isso não significa que a sua fatura de energia será barata. Opinião de Javad Hatami, CEO da Builtrix.
Poucas coisas fazem um comprador agir tão depressa como um imóvel anunciado a um preço muito abaixo do mercado. É precisamente nessa pressa que está o problema. Antes de avançar, o comprador precisa de perceber por que razão o imóvel é tão barato. Opinião de Ilia Anoprienko, fundador da Ola Estate.
O OE2027 mantém medidas importantes para a habitação e para a atividade da construção, mas deixa algumas reservas quanto à garantia do investimento. Opinião de Nuno Garcia, Diretor-Geral da GesConsult.
Já há ferramentas que leem fotografias, comparam o executado com o mapa de quantidades e indicam, com um grau de confiança, se uma fase parece concluída. Mas levanta uma pergunta: quando a máquina diz que está feito, quem responde se não estiver? Opinião de Andrés Segnini Capriles, Cofundador e CMO da Cimbrium.
A crise da habitação não se resolve apenas com mais casas. É também necessário criar condições para que construir para arrendar seja uma opção viável para quem investe, desenvolve e gere ativos imobiliários a longo prazo. Opinião de André Casaca, CEO do LaPlace Real Estate Intelligence.
Deixem o mercado funcionar com regras proporcionais, segurança jurídica e salvaguarda dos direitos de proteção à propriedade, em vez de explorar fiscalmente um mercado já pressionado. Opinião de Sandra Viana, Fundadora da LOBA, House Hunting.
A responsabilidade pública na habitação exige capacidade de transformar património e investimento em casas, com uma estrutura que assegure execução e continuidade para além dos ciclos políticos e orçamentais. Opinião de Joana Resende, CEO Grupo CENTURY21 Arquitectos.
A crise da construção durante a Troika (2011-2015) reduziu empresas, emprego e produção habitacional, contribuindo para a atual escassez de casas.
Rafael Ascenso, Founder & Partner da Porta da Frente Christie’s, defende uma estratégia estrutural assente na disponibilização de terrenos, no reforço da mobilidade e na valorização do património imobiliário do Estado para aumentar a oferta de habitação e aliviar a pressão sobre os preços.
A falta de mão de obra tornou-se o principal motor da inflação no setor imobiliário residencial. Como 86% das empresas de obras privadas enfrentam falta de pessoal, a pressão afeta os custos, os prazos e reduz o ritmo de colocação de novas casas no mercado. Opinião de João Sousa, CEO da JPS Group.