Valorização anual de 16,5% nos preços da habitação coloca Portugal entre os mercados mais dinâmicos, sendo o 4.º mercado do mundo onde os preços da habitação mais sobem. Lisboa destaca-se no segmento residencial prime.
Plataforma de financiamento colaborativo lança operações na Figueira da Foz e na Madeira, disponibilizando 1,65 milhões de euros para reabilitação urbana e habitação premium.
A habitação precisa de mais mercado, mas, neste momento, também precisa de mais Estado. Não um Estado concorrente do setor privado, mas um Estado capaz de atuar quando a dimensão da urgência ultrapassa a velocidade da resposta. Opinião de Joana Resende, CEO Grupo CENTURY 21 Arquitectos.
O fundador da OneMark Properties defende uma nova geração de promotores imobiliários, assente na ciência, na qualidade e numa relação mais eficaz entre Estado e sector privado.
No futuro do imobiliário, o maior activo continuará a ser o conhecimento. E esse constrói-se todos os dias, através de uma formação que acompanhe a velocidade das mudanças e prepare os profissionais para um mercado onde a única constante será, precisamente, a transformação. Opinião de Fernanda Pedro.
Faixa entre os 200 mil e os 300 mil euros torna-se, pela primeira vez, a mais procurada no Imovirtual. Compradores adaptam expectativas à subida dos preços e concentram cada vez mais a procura nos segmentos intermédios e superiores.
Miguel Harrington Sena e Isabel Simões Correia passam a integrar o grupo de Partners da consultora, numa distinção que reconhece o contributo da operação portuguesa para a estratégia europeia.
Nenhum projeto de excelência, por mais irrepreensível que seja, tem a capacidade de injetar rentabilidade, diretamente, num ativo cuja aquisição foi financeiramente inviável ou cujas condicionantes ocultas destroem a operação. Opinião de Ruben Calado, Managing Partner da PMA - Paulo Merlini Architects.
25 anos depois, o imobiliário português é outro mas a habitação continua a ser o maior problema, revela Mário Feliciano, Diretor Geral ERA EXPO/Portela e ERA EXPO/Olivais.
O ritmo de licenciamento de novos projectos continua abaixo dos níveis registados em 2025, revelando que a resposta da oferta habitacional permanece insuficiente para acompanhar a procura, revela a AICCOPN.