Trocou 22 anos em Wall Street pelas casas de luxo e pelas histórias que se escondem por detrás de cada porta. Conhecido como o "Anthony Bourdain do mercado imobiliário", Billy Nash leva agora os espectadores numa viagem onde as propriedades são apenas o início da descoberta.
A CEO do Grupo Brain Power defende um modelo de trabalho que concilie a autonomia dos profissionais independentes com a estabilidade e a proteção social do trabalho dependente. Ao Diário Imobiliário, assinala os desafios da atração e retenção de talento e o impacto da inteligência artificial.
Gonçalo de Aguiar Santos, Head of Development, Living & Capital Solutions da Dils Portugal, considera que o mercado português começa a dar sinais de estabilização, mas continua condicionado pela escassez de oferta. O responsável defende mais soluções de arrendamento e novos formatos residenciais.
Para António Velho da Palma, CEO da Alecrim RE, o imobiliário português está a entrar numa nova fase, marcada pela escassez de oferta, pela procura de maior escala e pelo crescente interesse do capital institucional.
Hugo Santos Ferreira considera que os fundamentos do mercado português não são compatíveis com uma bolha imobiliária. Presidente da APPII considera 2026 “o ano das grandes reformas” na habitação.
CEO da WORX defendeu em Madrid, a construção modular para acelerar a oferta de habitação e reduzir custos de financiamento. Energia, estabilidade fiscal e planeamento integrado serão igualmente decisivos para o futuro do imobiliário.
Pascal Gonçalves, administrador do Grupo Libertas, defende que a redução do IVA para a habitação própria e permanente pode aliviar a taxa de esforço dos compradores e aumentar a procura por habitação nova.
Novo Programa Executivo em Análise de Investimentos Imobiliários da ESAI aposta na análise financeira, avaliação de risco e gestão de activos.
O fundador da OneMark Properties defende uma nova geração de promotores imobiliários, assente na ciência, na qualidade e numa relação mais eficaz entre Estado e sector privado.
O presidente da ANPAC defende a regulamentação da profissão, alerta para o envelhecimento dos edifícios e considera que a manutenção preventiva será determinante para preservar o património habitacional.