No último trimestre de 2025, foram transacionados 43.084 alojamentos familiares, num montante global de 10.775 milhões de euros. Enquanto o número de transações recuou 4,7% em termos homólogos, o valor total transacionado cresceu 5,9%.
Em Janeiro, foram emitidas 1.588 licenças para construção e reabilitação de edifícios habitacionais, o que traduz uma diminuição de 14,1% face a Janeiro do ano anterior, revela a AICCOPN.
De acordo com os dados mais recentes do inquérito mensal da AICCOPN, o mercado da Reabilitação Urbana registou uma dinâmica mais moderada em Fevereiro, reflectindo um ritmo de crescimento mais contido face aos meses anteriores.
Entre Janeiro e Fevereiro, foram promovidos 776 concursos de obras públicas, num investimento na ordem dos 861 milhões de euros. Estes valores traduzem um recuo homólogo de 35% e de 49% no valor global.
"Actualmente, estima-se um défice de 80 a 90 mil profissionais no sector da construção, um factor que condiciona a capacidade de resposta das empresas", avança Reis Campos, presidente da AICCOPN.
Em 2025, foram emitidas 19.817 licenças para construção e reabilitação de edifícios habitacionais, representando um incremento de 3,3% face ao ano anterior, revela a Síntese Estatística da Habitação da AICOOPN.
Em Janeiro, o índice que reflecte a perceção dos empresários quanto à evolução do Nível de Actividade na Reabilitação Urbana registou um crescimento homólogo de 3,4%, indica o Barómetro da AICCOPN.
Estima-se que o valor bruto da construção tenha registado um aumento de 4,1%, reflectindo o contributo do sector para a dinâmica económica e para a execução dos fundos europeus, em particular dos investimentos associados ao PRR, revela a AICCOPN.
De acordo com o Barómetro da Reabilitação Urbana da AICCOPN, referente ao mês de Dezembro, os indicadores qualitativos encerraram o ano com evolução positiva, apesar de se apurar uma ligeira redução nas licenças emitidas até Novembro.
No ano de 2025, foram promovidos 7.321 concursos de obras públicas, num montante global de 10.041 milhões de euros, mais 41% no número de concursos e de 21% no respectivo valor, face a 2024.