Consumo de cimento sobe 6,4% e novo crédito à habitação aumenta 12,5% até agosto. Os preços das casas atingem um novo máximo histórico, mas o investimento público abranda.
Empresas têm 9,4 meses de trabalho assegurado, enquanto o licenciamento de obras de reabilitação cai 14,3% até agosto.
O novo Centro de Capacitação está dedicado à formação de operadores e técnicos de máquinas pesadas e de movimentação de terras.
AICCOPN alerta para o agravamento dos custos das empresas e defende alargamento do gasóleo profissional à construção, redução temporária do IVA e do ISP e mecanismos mais rápidos de revisão de preços nos contratos.
Setor atinge no 2.º trimestre o maior nível de emprego desde 2011. Crédito e investimento mantêm crescimento, enquanto os custos de construção sobem 7,2% e os novos concursos de obras públicas diminuem 28%.
Allianz Trade classifica o setor como de “risco sensível”. Infraestruturas, energia e data centers sustentam a atividade, mas custos, falta de mão de obra e complexidade regulatória continuam a penalizar as empresas.
O número de edifícios licenciados no 2.º trimestre caiu 7,1% em relação ao período homólogo, assim o número de edifícios concluídos recuou 4,2%.
Os custos de construção de habitação nova aumentaram 6,8% em julho, em termos homólogos, desacelerando face aos 7,4% registados em junho.
A atividade de reabilitação urbana continua a crescer em Portugal, mas a um ritmo significativamente mais lento. Em julho, o nível de atividade aumentou apenas 0,8% em termos homólogos, enquanto o licenciamento de obras registou uma quebra de 12,5% no 1.º semestre.
Até ao final de Julho, o montante global dos concursos de empreitadas de obras públicas promovidos ascendeu a 4.935 milhões de euros, menos 28% face ao mesmo período de 2025.