No licenciamento total de obras de edificação e reabilitação, impulsionado pela aceleração verificada nos últimos meses, o ano de 2024 terminou com um aumento de 7,6%, reflectindo variações de 8,1% nas licenças para habitação familiar e de 6,1% para edifícios não residenciais, revela a AICCOPN.
No 4º trimestre de 2024, foram licenciados 6,8 mil edifícios, o que representa um aumento de 23,2% face ao mesmo período de 2023. Já o número de edifícios concluídos registou uma redução de 3,6%.
Até ao final de Novembro de 2024, no número de fogos em construções novas licenciadas, observou-se uma variação de 3,4%, em termos homólogos acumulados, para um total de 31.433 habitações.
Nos primeiros dez meses do ano, verificou-se um um aumento de 5,2% em termos homólogos acumulados, no licenciamento municipal de obras de construção nova e reabilitação de edifícios habitacionais.
Os dados relativos ao Investimento, Valor Acrescentado Bruto, licenciamento municipal revelam que o sector cresce - dados da AAICCOPN.
O licenciamento municipal de obras de construção nova e reabilitação de edifícios habitacionais, até ao final do mês de Setembro, registou um crescimento de 2,3% em termos homólogos acumulados, invertendo a tendência de queda anteriormente registada, refere a AICCOPN.
Entre Janeiro e Outubro deste ano deram entrada nas autarquias de Portugal Continental pedidos para o licenciamento de 18.130 novos projectos de habitação, os quais, a concretizarem-se, trarão uma oferta de 53.790 fogos ao mercado.
Nos primeiros cinco meses do ano, apura-se uma redução no licenciamento municipal, de 9,4% no total de licenças emitidas para obras de construção nova ou de reabilitação em edifícios residenciais.
Os edifícios licenciados em Portugal ascenderam a 5,7 mil no primeiro trimestre deste ano, uma diminuição de 11,3% face a igual período do ano passado, revelou hoje o Instituto Nacional de Estatística - INE.
Os fogos licenciados em construções novas recuaram 23,1% até Março, em termos homólogos, tendo as licenças para obras de construção nova ou reabilitação para habitação caído 14,5%, indica a AICCOPN.