O valor mediano da habitação atingiu 2.445 euros por metro quadrado no segundo trimestre. Lisboa, Cascais e Oeiras mantêm os preços mais elevados, enquanto Loures e Matosinhos registam as maiores acelerações do crescimento entre os municípios mais populosos.
Apartamentos e moradias que necessitam de obras tinham um preço médio anunciado de 150 mil euros entre janeiro e setembro, face aos 390 mil euros dos imóveis prontos a habitar.
Ponta Delgada lidera entre as capitais de distrito e regiões autónomas, com 16% dos imóveis vendidos em menos de sete dias. Por distritos e ilhas, São Miguel regista a maior proporção de vendas rápidas, com 19%.
Confidencial Imobiliário regista 39.210 fogos transacionados e preços em alta com aumento trimestral de 3,5%.
As habitações transaccionadas em 2025 totalizaram 41,2 mil milhões de euros, correspondendo ao valor mais elevado da série iniciada em 2009 e a um crescimento de 21,7% face a 2024, avançou hoje o INE.
De acordo com uma análise do idealista, 8% dos imóveis anunciados para venda sofreram reduções de preço nos primeiros três meses do ano. Évora, Ponta Delgada e Lisboa entre os mercados com maiores ajustes.
Apesar da primeira desaceleração dos preços em quase dois anos, o mercado imobiliário mantém uma forte pressão sobre os valores das casas. As vendas caíram 8,7% no arranque de 2026, enquanto o valor total das transações cresceu para 9,9 mil milhões de euros, avança o INE.
Arrendar casa em Portugal já custa, em média, 1.335 euros por mês, enquanto o preço médio de compra se fixa nos 435.000 euros, revela os últimos dados do Imovirtual.
Faro lidera o ranking das vendas mais rápidas, com 21% dos imóveis vendidos em menos de 7 dias. Porto e Lisboa registam 10% e 6% de vendas expresso, respectivamente, revela o idealista.
A oferta de habitação à venda em Portugal continua a cair, mantendo-se muito próxima do mínimo histórico registado no 3.º trimestre de 2022. De acordo com o idealista, o número de casas para venda em Portugal no 2.º trimestre de 2025 é apenas 5% superior ao do momento de menor stock nos últimos anos.