A taxa de juro implícita no crédito à habitação caiu em Fevereiro pelo 13.º mês consecutivo, para 3,830%, valor mais baixo desde Junho de 2023 e uma descida de 15,4 pontos base face a janeiro, divulgou hoje o INE.
O montante dos novos contratos de crédito à habitação recuou 567 milhões de euros em Janeiro, para 1.522 milhões, tendo a taxa de juro média estabilizado nos 3,22%, após 14 meses consecutivos de queda.
A escassez de mão-de-obra qualificada é particularmente grave na Alemanha, nos Países Baixos e no Reino Unido e pode tornar-se um grave problema estrutural, a médio prazo.
As insolvências registaram aumento de 23% em Janeiro deste ano, face ao mês homólogo do ano passado. As constituições apresentam movimento oposto, com decréscimo superior a 43%, indica a Iberinform da Crédito y Caución.
Ao longo das primeiras quatro semanas de comercialização de crédito habitação neste regime, registou um crescimento contínuo do número de pedidos de adesão, representando já 14% do total de propostas.
Dar o nó e comprar casa são dois dos maiores compromissos da vida, pelo que escolher o melhor crédito requer uma análise cuidadosa para garantir a estabilidade financeira.
O Banco de Portugal (BdP) está a levar a cabo uma inspeção, durante o primeiro semestre do ano, aos preços praticados pelos bancos no crédito à habitação, segundo informações recolhidas pela Lusa.
Até ao final de Novembro de 2024, no número de fogos em construções novas licenciadas, observou-se uma variação de 3,4%, em termos homólogos acumulados, para um total de 31.433 habitações.
A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação diminuiu para 4,091% em Dezembro, traduzindo uma descida de 9,5 pontos base (p.b.) face a Novembro (4,186%), avança hoje o INE.
Os bancos já têm milhares de pedidos de clientes jovens para crédito à habitação com garantia do Estado, mas ainda são poucos os concedidos, pois o regime só está operacional desde início do ano.