O Governo aprovou o reforço da garantia pública para a compra de casa por jovens até aos 35 anos em 250 milhões de euros à CGD e em 25,8 milhões de euros ao Banco CTT, segundo despacho hoje publicado.
O novo ano arranca com a prestação da casa a subir para créditos com taxa variável a três e seis meses, a maioria dos contratos de empréstimos à habitação em Portugal, segundo a simulação da Deco Proteste.
O valor mediano de avaliação bancária na habitação foi 2 060 euros por metro quadrado em Novembro, mais 35 euros que o observado no mês precedente. Em termos homólogos, a taxa de variação fixou-se em 18,4% (17,7% em Outubro), revela hoje o INE.
As insolvências registam uma ligeira redução face a 2024, enquanto as constituições de empresas mantêm um desempenho positivo, com um crescimento superior a 3% no acumulado do ano.
O governador do Banco de Portugal (BdP), Álvaro Santos Pereira, disse hoje que quem quer relaxar regras como a exigência de entrada no crédito à habitação não aprendeu “com os erros do passado”.
Portugal registou em Outubro uma subida de 13% nas insolvências e uma queda de 3,4% nas constituições de empresas face a 2024, embora o ano mantenha um saldo positivo na criação de novas empresas.
O empréstimo “verde” é, mais do que um produto financeiro, um instrumento de política pública e de responsabilidade social. Opinião de CEO da Gestlifes.
A Caixa Geral de Depósitos vai pedir um reforço em 250 milhões de euros da garantia pública a que pode aceder para crédito à habitação para jovens, disse hoje o presidente executivo.
A taxa de juro no crédito à habitação desceu 7,9 pontos para 3,228% entre Agosto e Setembro, mês em que, pela primeira vez desde maio de 2023, os juros representaram menos de metade do valor da prestação.
A Finsolutia apresentou o Habic, a sua nova plataforma que permite aos intermediários de crédito gerir, automatizar e acelerar todo o processo de crédito à habitação, desde o primeiro contacto até à escritura.