Mas a agência acredita que "as pressões sobre os preços permanecerão elevadas" devido às restrições da oferta de habitação que só se irão reduzir gradualmente...
Os preços das casas em Portugal devem manter-se elevados, com a demora das medidas para estimular a oferta a produzir efeitos, existindo riscos associados à capacidade de pagar os créditos, principalmente com garantia pública, conclui a DBRS.
A agência de 'rating' DBRS prevê que os preços das casas continuarão a subir este ano, mas a um ritmo mais lento, por factores como redução dos juros, falta de novas construções e procura por estrangeiros.
A agência financeira DBRS alertou hoje para o risco de um parlamento bloqueado em Portugal e de um governo instável poder dificultar a implementação do PRR, não descartando eleições antecipadas.
A fixação da prestação do crédito à habitação durante dois anos, não terá impacto na margem financeira dos bancos, prevê a DBRS.
O fim de novas emissões de vistos ‘gold’ deverá ter um “impacto limitado” no mercado residencial, segundo uma análise da DBRS, sustentando que não era um elemento decisivo para as transacções.
A agência de ‘rating’ DBRS atribui a perspectiva de 'estável' à qualidade do crédito malparado em Portugal, o que significa que não espera uma degradação, segundo uma análise hoje divulgada.
A DBRS Morningstar espera que os bancos europeus apresentem níveis ligeiramente mais elevados de custo de risco e de crédito malparado a partir do quarto trimestre de 2021 e mais notoriamente em 2022.